quinta-feira, 31 de maio de 2012

Vestígios

Início do dia, chegando para trabalhar, pequena parada antes de subir.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Indo

Indo para o trabalho, manhã, cedo, antes dos engarrafamentos.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

6424


Bicicleta de verdade estacionada no supermercado.

domingo, 27 de maio de 2012

Pedal de domingo


Trajeto de domingo do Pedal Clube de Pernambuco. Saímos do Parque da Jaqueira às 7h, parada de reabastecimento em Boa Viagem, retornando às 10h com mais de cinquenta quilômetros pedalados. Distância: 52 km e velocidade média: 20 km/h. Algumas fotos abaixo:



sexta-feira, 25 de maio de 2012

Pedal noturno de quinta


Pedal noturno de quinta-feira com o Pedal Clube. Infelizmente, sem a presença feminina. Na minha humilde opinião, o Pedal Clube deveria estimular a presença das mulheres na quinta-feira, mesmo que fosse necessário diminuir a velocidade média. As pessoas não vão pedalar com o Pedal Clube pela velocidade e sim pela boa e agradável companhia. E sem as mulheres, o Pedal perde a graça, imho. Então, nesta quinta, guiados por Professor e Ricardinho, fomos para Olinda e na direção de Paulista, entrando por Maranguape e voltando. Final feliz com Heineken no posto de gasolina. Choveu na cidade, mas a chuva não nos alcançou em nenhum momento. Números:

Distância: 45 km
Velocidade média em movimento: 23 km/h
Velocidade média total: 18 km/h
Vel. máxima: 45 km/h
Tempo total: 2h 35min



quarta-feira, 23 de maio de 2012

Nova sede do Pedal Clube de Pernambuco


Com a venda de camisas, adesivos e propaganda no site, o Pedal Clube de Pernambuco angariou tanta grana que o Presidente encomendou o projeto da nova sede da entidade. Como se pode ver na imagem acima, na parte térrea funcionará lanchonete (sem bebidas alcóolicas) e salas de reunião. Na parte de cima, um velódromo simplezinho para os sócios se divertirem e treinarem antes dos passeios.

Na verdade, este é um projeto escritório de arquitetura holandês NL Architects para um Bicycle Club na China. Mais imagens do projeto podem ser vistas no site dos arquitetos.

Apenas duas



Apenas duas fotinhas do pedal noturno de quinta-feira.

Início

Chegando no trabalho, descansinho ao ar livre antes de subir.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Na faixa de pedestres


Os Beatles atravessam a faixa em Abbey Road no sentido contrário ao que ficou famoso na capa do disco. Foto de Iain Mcmillan (1969) que foi leiloada hoje por 16 mil libras.

Ciclista


Ciclista em Goiana - Pernambuco - Brasil.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Improvisado

Em uma galeria comercial da Ilha do Leite, além das vagas reservadas para automóveis, uma área menor reservada para motocicletas, com letras enormes desenhadas no chão. O pensamento carrófilo e carrocrático sempre esquece da população que se desloca de bicicleta. O dono desta bela e bem conservada bicicleta de transporte achou por bem estacionar nas vagas de moto e prender a bicicleta nos ferros que infestam as calçadas de Recife.

domingo, 20 de maio de 2012

Pedal de domingo


Pedalada de domingo do Pedal Clube de Pernambuco, guiada por Odilon. Distância total de 50 km. Ao final, maminha e picanha no Parque da Jaqueira, e depois, eu e Eliane fomos levar um remédio-zinho para Menino Lindo, que estava trabalhando. Algumas fotos abaixo. Todas as fotos aqui.

Breve parada por causa da chuva, em posto de gasolina no final da Av. Norte.

O antigo Tigre da Esso.

Bela foto de Tiça Prota Prota.

Em movimento.

Todo mundo comendo rapadura.

Depois do pedal, Menino Lindo recebendo seu remédio delivery.

sábado, 19 de maio de 2012

Trajeto da quinta-feira


Trajeto da quinta-feira da pedalada com o Pedal Clube - Recife.
Distância: 43 km
Velocidade média em movimento: 23 km/h
V. média com tempo parado: 18 km/h
Final feliz na loja do posto de gasolina.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Pedal noturno de quinta

Fotos - de telefone celular - da pedalada noturna de quinta-feira do Pedal Clube. Velocidade alta, um pneu de speed furado, parada de reabastecimento na sorveteria de Olinda. Quarenta e tantos quilômetros. Quando o grupo pára em algum lugar, o povo pergunta "de onde vieram?", "passaram por onde?". A resposta pode ser "passamos em tantos lugares... nem dá para lembrar direito". Pessoas tendem a imaginar um roteiro preciso, exato, do ponto A ao ponto B, algo assim prático. Ora, pedalar é se perder, não é exato, prático, é quase abstrato. No final, final feliz na loja do posto de gasolina.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

País de Gales

Não bastassem as infinitas opções de lugares para fazer um belo cicloturismo, agora ainda mais, pois o País de Gales conseguiu criar um caminho (caminhável e pedalável) que contorna toda a costa do país. País de Gales é um pedacinho do Reino Unido, do lado esquerdo (oeste) da ilha. O "lema" do Wales Coast Path (Caminho da Costa de Gales) é "venha e descubra o formato de uma nação". Excelente idéia, falta é tempo para pedalar em tantos lugares.

Site do caminho:
http://www.walescoastpath.gov.uk/default.aspx?lang=en

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Apenas duas

Apenas duas fotinhas do pedal noturno de ontem, ainda assim meio desfocadas. Essa parada foi causada por uma corrente quebrada. Trajeto de 42 km com o Pedal Clube. Além da corrente, um pneu furado.



Jovens fogem dos carros

Jovens fogem dos carros em busca de liberdade

Após a explosão populacional, os jovens das décadas de 60 e 70 passaram a ver o automóvel como um instrumento de liberdade, que poderia levá-los a qualquer lugar. Nos anos seguintes, esse sentimento só se intensificou, mas agora, a geração Millennium parece enxergar a liberdade de outra forma.

Uma pesquisa realizada pelo Frontier Group, divulgada em abril deste ano, mostra que o número médio de milhas percorridas pelos jovens norte-americanos (nas faixas entre 16 e 34 anos de idade) diminuiu em 23%, entre 2001 e 2009. Na mesma direção, em 2010, o número de pessoas na mesma faixa etária sem carteira de motorista aumentou de 21% para 26%.

Em artigo recente, o jornal The New York Times usou o exemplo da marca de carros General Motors para explicar o que está acontecendo. A montadora pediu ajuda à MTV Scratch, um braço de pesquisa e relacionamento companhia americana Viacom, para traçar estratégias adaptadas à realidade dos carros e focada no público jovem. Mas, ao que tudo indica, a tarefa não será fácil.

Em uma pesquisa, a MTV Scratch perguntou quais as 31 marcas preferidas de 3 mil consumidores, nascidos entre 1981 e 2000. Nenhuma marca de carro ficou entre as top 10. De acordo com o vice presidente executivo da empresa consultora, Ross Martin, o problema é que muitos consumidores jovens hoje não ligam muito para carros.

O alto custo de gasolina, estacionamento e consertos interfere na escolha/Foto: Wm. Li

"Eles pensam que o carro é um trambolho", afirmou Martin, ao Times. De acordo com as pesquisas, os carros ainda são essenciais para motoristas de todas as idades, e a cultura do carro ainda irá durar em surbúbios e áreas rurais. Mas um automóvel não está entre as prioridades dos jovens.

Economia e estilo de vida

Parte da razão para esta mudança está na recessão econômica que atinge o país, já que a média de custo de um carro, por ano, é de 8.700 dólares. Com a crise, os jovens optaram por gastar dinheiro com outras coisas que não gasolina, estacionamento e manutenção.

Mas falta de dinheiro não é o fator principal, a mudança também parte de um novo estilo de vida. De acordo com o relatório da Frontier Group (citado anteriormente), essa geração prefere morar em centros urbanos, onde lojas, serviços e entretenimento estão a curto alcance - as chamadas comunidades "caminháveis".

Antes um rito de passagem, hoje o carro é um fardo que os jovens dos Estados Unidos não querem carregar.

*Do site EcoDesenvolvimento - Com informações do NY Times, Página 22 e Exame.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Bicicleta vira 'material escolar' no interior de SP

Bicicleta vira 'material escolar' no interior de SP

JOÃO ALBERTO PEDRINI
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE RIBEIRÃO PRETO
(Fotografia de Silva Junior/Folhapress)

Bicicleta virou "material escolar" para estudantes do interior paulista. São José da Bela Vista (393 km de São Paulo) foi o primeiro município do Estado a ser beneficiado por um programa do governo federal que tem como objetivo acabar com a evasão escolar.

Na última sexta-feira (11), a pequena cidade da região de Ribeirão Preto, com pouco mais de 8.000 habitantes, recebeu as 900 bicicletas do programa Caminho da Escola.

Nesta segunda-feira (14), no primeiro dia de aula após a entrega das bicicletas, os novos veículos de transporte mudaram a rotina da cidade, segundo o inspetor de alunos Antonio Carlos Dias Feliz. "Tem muita criança pedalando pelas ruas. Elas estão animadas com a novidade. Despertou a curiosidade de todos", disse.

As bicicletas foram entregues para crianças que cursam do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental da escola municipal José Renato Nogueira Ambrósio (711 unidades).

Outras 15 foram para o EJA (Educação de Jovens e Adultos) da cidade. No total, São José já recebeu 900 - 174 ainda serão entregues a outros alunos da cidade.

Segundo a diretora da escola, Elisabete Balan Isaac, as bicicletas vão ajudar os estudantes. "Temos alunos que andavam até cinco quilômetros para estudar. Faltavam muitas vezes. Agora, as bicicletas vão facilitar a vida de todos. Hoje já percebi uma maior presença dos alunos."

A diretora acrescentou que o programa vai ajudar, principalmente, crianças que moram na zona rural - são cerca de 70 matriculadas.

PROGRAMA

O programa do governo federal prevê a entrega de 2.542 bicicletas em seis cidades paulistas. Além de São José da Bela Vista, vão receber bicicletas Anhembi, Elias Fausto, Barretos, Monte Azul Paulista e Aparecida d'Oeste.

O programa foi criado em 2007 e tem objetivo de ampliar os meios de transportes dos estudantes através da renovação da frota de veículos escolares para reduzir a evasão escolar.

Também prevê a aquisição de ônibus e vans, mas disponibiliza também aos municípios a compra de barcos e bicicletas.

Outros Estados já foram contemplados pelo Caminho da Escola. Mais informações no www.fnde.gov.br/index.php/programas-caminho-da-escola.

Biciecuador

Um site com o relato - muito bem organizado - de dois cicloturistas do Equador que estão fazendo uma longa viagem de 32 mil quilômetros pela América do Sul. No último post, eles estavam na Argentina, mas sabemos que já entraram no Brasil. Você pode ler as aventuras dos dois no endereço abaixo:

http://www.biciecuador.com/

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Motorista que ameaçar ciclista vai ser multado a partir de hoje

Motorista que ameaçar ciclista vai ser multado a partir de hoje

Fiscalização da CET será maior em pontos com altos índices de acidentes, caso da Paulista

VANESSA CORREA
DE SÃO PAULO

Os motoristas que não respeitarem quem pedala pelas ruas da capital serão multados a partir de hoje. Dentro da nova campanha da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) a favor do ciclista, os agentes de trânsito foram treinados a usar três pontos do CTB (Código de Trânsito Brasileiro). Aproximar-se demais da bicicleta, fechá-la ao virar à direita ou ultrapassá-la sem diminuir a velocidade será passível de multa. A polêmica norma de respeitar os 1,5 m de distância do ciclista não será aplica neste primeiro momento. Segundo a CET, não há como medir objetivamente a distância. As multas com base em outros artigos do código de trânsito, adaptadas para a proteção dos ciclistas, poderão ser aplicas em todas as vias da cidade a partir de hoje. Mas a fiscalização será mais intensa nos pontos onde foi maior o número de acidentes com ciclistas desde 2009. Entre eles, as avenidas Paulista e Brigadeiro Luís Antônio, com 15 e 18 ocorrências, respectivamente.

André Pasqualini, ciclista e consultor de mobilidade urbana que treinou os marronzinhos, acompanhou a Folha em três pontos da cidade onde há grande fluxo de bicicletas na sexta-feira. A reportagem ficou em cada local por 20 minutos. Na avenida Jabaquara com a Fagundes Filho, perto da estação São Judas do metrô (zona sul), seis motoristas poderiam ter sido multados, segundo Pasqualini. Pelo local, passaram 18 bicicletas. Dois ciclistas foram ultrapassados por carros em alta velocidade. Quatro motoristas não deram a preferência na conversão à direita. Na Paulista, por onde circularam dez ciclistas (algumas na calçada, o que é considerado infração), Pasqualini não constatou problemas. "Quando há trânsito, é mais difícil de ser perigoso para o ciclista", diz o consultor. "É que os carros trafegam com velocidade mais baixa". Na ciclorrota de Moema (zona sul), no cruzamento entre a avenida Ibirapuera e a Rouxinol, houve apenas uma infração. Onze ciclistas passaram pela via. A maioria partia no cruzamento antes de o semáforo abrir, com medo de serem atropelados pelos carros que iriam fazer a conversão à direita. Apenas uma manobra sujeita a multa foi observada. O único ciclista que esperou o semáforo abrir foi fechado perigosamente por um carro que fazia a conversão à direita, e teve até de sair da ciclorrota (que fica à direita da via) para não ser atingido. "Outro dia quase fui atropelado porque não sai no vermelho", disse Lorenzo Bagini, 35, ciclista que estava no mesmo ponto na sexta. Para Pasqualini, no último ano, os motoristas passaram a respeitar mais as bicicletas.

domingo, 13 de maio de 2012

Pedal de domingo, algumas fotos

Antes do início da pedalada.

Açude de Apipucos.

Pontes do Recife.

Rara ciclofaixa - que não é mesmo respeitada nos dias comuns.

Pedal de domingo


Pedalada de domingo com o Pedal Clube de Pernambuco. Trajeto mais curto, 42 km, por conta do dia das mães. Depois de fazer quase toda a Caxangá, entramos para Dois Irmãos, depois Açude de Apipucos e Avenida Norte. Então para homenagear as três mães que estavam no grupo, Odilon subiu algumas ladeiras de Casa Amarela. Depois, Agamenon Magalhães, Coelhos, Rua da Aurora, Bairro do Recife e retorno pela Avenida Norte.

Foi tão rápido que chegou quase antes de sair. Ao final, na banca de frutas, picanha, maminha e Cachaça Triunfo importada diretamente da cidade deAreia - Paraíba.

Distância: 42 km
Velocidade máxima: 39 km/h
Velocidade média: 18 km/h
Tempo em deslocamento: 2h 18min
Tempo parado: 35 min.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Pneuzão grandão

Estava interessado em saber o comportamento dessas bicicletas com pneuzão que estão aparecendo com mais frequência. O pneuzão é o aro 29 e, em geral, o pessoal está chamando essa bicicletas de 29er (twenty-niner, o apelido delas em ingrêis). Perguntei no grupo de cicloturismo sobre quem já teve experiência de viajar com elas. As respostas eu ajuntei abaixo.

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Da minha experiência com bike aro 29", não tenho absolutamente nada a reclamar. Uso desde o começo do ano, nunca viajei, mas já fiz vários trechos de até 110 km, tanto no asfalto quanto na terra e até na água... Coisas de quem participa de provas de mountain bike no período chuvoso da floresta amazônica rsrsss...

Como meu uso é severo (eu exijo bastante da pobrezinha), tenho um pneu que já está bem gasto e a pastilha de freio traseira, nem pra contar história. Isso é manutenção normal do equipamento. De resto, como participante de pequenas provas e entusiasta da bike, posso dizer que as rodonas fizeram melhorar muito minha performance. Minhas velocidades médias aumentaram e sinto mais confiança na pedalada agora. Como outros aqui do grupo, não penso em voltar pras 26".

Comprei um bagageiro há uns dias pela internet, estou esperando chegar. Pretendo fazer uma viagem de uns 1.500 km em Outubro.

Nicholas Morassutti

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Do ponto de vista técnico, a subida na 29 é mais dura. Isso é porque o aumento do diâmetro do pneu causa uma mudança na relação. Ela fica automaticamente um pouco mais pesada.

As novas relações de 10 velocidades (frente 24 - tras 36) também não melhoraram nada o que já existia. Fazendo as contas dá pra ver que ela é a mesma coisa que a antiga (frente 22 - tras 34). Para ser bem exato ela é até um pooooouquinho mais pesada.

22/34 = 0,65
24 /36 = 0,66
(quase igual)

Se considerar o tamanho do pneu, grosso modo:
22/34 * 26 = 16,8
24 /36 * 29 = 19,3
(a 29er deu 15% mais pesada)

Estes cálculos não são muito exatos pois teria que medir o pneu, mas da pra ter uma noção. Pra mim isso faz muita diferença, pois estou buscando relações cada vez mais leves. Meu objetivo é que ao subir com alforjes em subidas ingremes, seja maius fácil pedalar do que empurrar. Agora vamos começar a testar uma relação fora do padrão: frente 22 - tras 36. Não é oficial da shimano, mas vamos ver se da certo.

22/36 = 0,61
22/36 * 26 = 15,9
(5% mais leve que a mais leve atual)

Abraços,
Rodrigo Telles
Cristais Paulista - SP

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Nunca viajei com uma 29 mas ja pedalei um bocado com uma. Posso te dizer que você vai precisar de mais "perna" pra uma 29, principalmente nas subidas e, por exemplo, quando for retomar a pedalada depois de frear, por exemplo. Em geral achei um tanto desconfortável e, pensando em vários dias consecutivos de pedal penso que eu não arriscaria.

Zaqueu
Belo Horizonte, MG

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Zaqueu,

Tenho que discordar de vc. Se vc tiver feito um bikefit antes de comprar a 29er, com certeza ela ficará sob medida. A questão de forçar mais na subida, é compensada pela maior velocidade final. Tem que forçar mais apenas para iniciar a subida, depois é só manter. E hj em dia com as relações super leves, como 11x36 atrás e 24-32-42 na frente, não existe subida difícil, ainda mais usando a relação 24-36 que vc sobe parede.

Falar que uma 29 é desconfortável, pode ser por conta das medidas da bike não estarem de acordo com as suas medidas e neste caso, um bikefit seria bem recomendável.

Um presencial é muito melhor, mas existe um virtual que pode servir de base: http://www.nograu.com.br/bike-fit-no-grau/

Tenho pedalado cerca de 300km por semana em minha 29er e se tem uma coisa que ela é fantástica, é justamente no conforto. O conjunto rodas maiores + supensão, comem quase todas as trepidações, buracos, raízes, ondulações, de maneira mais eficiente que numa 26.

Abraço!!
Alexey
São Paulo-SP

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Já fiz o Polo Cuesta e o litoral norte de São Paulo com uma Soul 29. Tive problemas no litoral norte quando meu pneu estourou e me arranjei com um manchão feito de garrafa pet. Fui encontrar o pneu correto apenas na internet tempos depois. Logo, o problema é, em viagem você encontrar pneu e peças (aro e raios) em lojas mais simples, de cidade pequena... Um grande abraço,

Giuseppe Ricardo Passarini - São José do Rio Preto - SP

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Eu já viajei com um 29er fizemos um passeio de 500 km, 90% de estrada de chão, muita pedra, serra de 22 km, tudo isso em 7 dias de muitas lindas paisagens, e olha, não me arrependi de ter comprado uma 29 ela se comportou muito bem, acredito eu, que 26 não embarco mais.

Moacir

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Viagem ainda não fiz, mas tenho feito pedais de 50 a 70km a cada 2 dias dentro da cidade com uma 29er e tenho gostado bastante. A sensação de andar numa 29er é muito boa! Somente andando em uma pra vc sentir. Se vc tiver a oportunidade, vá numa bicicletaria e peça pra dar uma volta numa 29er que seja compatível com a sua altura.

Para anões como eu (1,94m), é uma maravilha! 26 nunca mais...rsrs

Abraço,
Alexey
São Paulo-SP

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Pedal noturno de quinta


Pedal de quinta-feira com o Pedal Clube.
Distância: 39 km.
Velocidade máxima: 45 km/h.
Tempo em movimento: 1h 50min
Vel. média em movimento: 21 km/h.
Tempo parado: 27 min.
Vel. média geral: 17 km/h.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Ciclovias invisíveis

Muito bacana o blog Ciclovias Invisíveis (http://cicloviasinvisiveis.blogspot.com.br/). O blog e suas fotos é um projeto de "captura das ciclovias invisíveis construídas diariamente por nós, ciclistas visíveis - e muitas vezes invisíveis também!" - como o define a autora, Michelle Castilho. Michelle usa a bicicleta para se locomover no Rio de Janeiro e - como todo o ciclista do cotidiano - observou e registrou a população imensa que usa a bicicleta no dia a dia. O que eu chamo os ciclistas de verdade. Os ciclistas que - mesmo em uma cidade selvagem e desestruturada - usam a bicicleta cotidianamente. Este projeto foi o Trabalho de Conclusão de Michelle no curso de Comunicação Social das Faculdades Integradas Hélio Alonso como requisito parcial para obtenção do título de Jornalista.

Como ela mesma diz, "Ciclovias Invisíveis são os percursos que o ciclista usa/cria na falta das ciclovias oficiais, ou seja, no asfalto, junto com carros, ônibus, motos e demais veículos. Embora seja óbvio, muitos não sabem que é direito do ciclista estar no asfalto. Como ciclista, já escutei diversas vezes no trânsito: "Vai para a Ciclovia!". E muitas vezes isso ocorre em bairros sem ciclovias, ou em horários em que o uso da ciclovia não é indicado."

Você pode encontrar mais sobre o assunto, também no site De Bike (http://oglobo.globo.com/blogs/debike/posts/2012/05/07/as-ciclovias-invisiveis-que-carioca-usa-todos-os-dias-443858.asp)

Lugares para pedalar

O mundo todo está aí para ser pedalado. Há inúmeros lugares para se conhecer do alto do selim de uma bicicleta. Provavelmente, toda pessoa que foi infectada pelo vírus do cicloturismo tem sua lista "lugares em que quero pedalar um dia". Digo isso porque minha própria lista é grande e vai aumentando. Ontem mesmo fiquei atraído imensamente por um país. A Croácia. Belíssimo e desconhecido país à beira-mar do Mediterrâneo. País pequeno e comprido, merecedor de uma boa cicloviagem. Minha tarefa agora é classificar a Croácia na minha lista.

Em princípio, minha lista contém "pequenas rotas" e "grandes rotas". As pequenas rotas são aquelas que a gente tenta, tenta fazer quase todo final de semana, aqui por perto, em Pernambuco. Pesqueira, Vale do Catimbau, Tapacurá, Duas Unas, Venturosa, Belo Jardim, Triunfo... Pernambuco é um mundo, ufa. As grandes rotas são aquelas que exigem investir em planejamento, exigem que as datas sejam precisas. Infelizmente, a gente que depende de grana para viver e tem que desperdiçar tempo precioso de vida no trabalho, a gente não pode sair por aí, a qualquer tempo, viajando de bicicleta. As grandes rotas, então, devem - têm que ser - pensadas com alguma antecedência. Minha lista está - mais ou menos - assim: (1) Cicloturismo em Santa Catarina (agosto/setembro 2012); (2) Cicloturismo no Rio Grande do Sul (Vale dos Vinhedos) (dezembro/janeiro 2012-13); (3) Cicloturismo na República Checa (maio/junho 2013)... Bom, e em quarto lugar, sei lá, havia outras idéias, mas a Cro
ácia está chegando com força total. Também não é necessário pensar tão antecipadamente.

E falta tanta coisa para fazer... E a Via Cláudia Augusta? Minha amiga virtual, Cíntia, que mora em Timbó, Santa Catarina, vai exatamente fazer a Cláudia Augusta em setembro. Henrique Giese, da Rota da Natureza, vai fazer parte da Cláudia Augusta agora em maio. E o caminho português para Santiago de Compostela? É o menor caminho e Portugal é um país delicioso que conheço bastante bem, país de vinhos, doces, sabores. E as rotas ciclísticas que acompanham o Rio Reno, a partir da Alemanha em direção à Rotterdam? E as rotas que acompanham o Danúbio em direção à Budapeste? E ir pedalar de novo na Holanda? Da outra vez, conhecemos apenas três províncias, das doze que formam o país. É muita cicloviagem para tão curta vida.

Bom, uma coisa de cada vez. Então, o que está mais próximo e certo de acontecer: Santa Catarina. Eu e Eliane vamos fazer uma cicloviagem de aproximadamente 15 dias pelo estado. Sairemos do Aeroporto de Navegantes já pedalando e seguiremos para o interior do estado, passaremos por algumas cidades do Vale Europeu e voltaremos para o litoral, finalizando em Florianópolis. Uma coisa de cada vez. A Croácia fica esperando.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Pedal noturno de terça-feira


Pedal noturno do Pedal Clube de Pernambuco.
Distância: 44 km
Velocidade média: 21 km/h
Tempo em deslocamento: 2h07min
Tempo parado: 28min
Velocidade máxima: 44 km/h
62 ciclistas.

domingo, 6 de maio de 2012

Cicloturismo em Pesqueira - Pernambuco


Em ritmo de cicloturismo, fizemos um percurso de 65 km no Sertão de Pernambuco, no sábado, 5 de maio. Paulo Rafael, Eliane Mendes e Macelo Venceslau, saímos da cidade de Pesqueira, Pernambuco, a 210 km de Recife. Como Pesqueira fica muito distante da capital, fomos para lá de carro na sexta-feira.

Ficamos hospedados no Hotel Estação Cruzeiro. Este hotel é amigo das bicicletas, bike friendly como dizem em inglês. É possível entrar com as bicicletas e deixá-las no quarto e também foi permitido lavá-las na área perto da piscina, ao fim do percurso. Há também um local seguro - ao ar livre - para guardar bicicletas. Nós ficamos em um quarto triplo que custou cerca de 63 reais por pessoa (190 reais a diária). Para entrar no site do hotel, clique aqui.

Como a região é área de reserva indígena dos índios Xucuru, preferimos fazer o passeio com um guia de lá. No sábado, após o café da manhã, encontramos o guia, Marcos Torres, na recepção do hotel. Pode-se contactar Marcos para trilhas de bicicleta ou a pé pela região, através de sua página no Facebook, onde se encontram também seus números de telefone. Marcos já fez trilhas pedalando mas, segundo ele disse, estava enferrujado e nos guiou de motocicleta. Marcos é uma pessoa muito calma e conhece a região profundamente. Nós pensávamos, inicialmente, em atravessar a Serra do Ororubá em direção à Represa de Pão de Açúcar, na ida e na volta por caminhos diferentes. Marcos disse que a travessia é muito pesada e sugeriu fazer um trajeto mais suave, porém mais longo, com o que concordamos. Ele também nos disse que o trajeto no sentido horário teria subidas mais fortes. Então, optamos por fazer o percurso no sentido anti-horário. A represa de Pão de Açúcar é alimentada pelo Rio Ipojuca, que nessa região ainda está completamente limpo. Quando o Ipojuca chega em Caruaru, ele é assassinado pelo esgoto da cidade e de muitas outras que vai encontrar no trajeto.

Então, saímos do hotel e seguimos por um trecho de estrada asfaltada, com pouco movimento de veículos, até entramos pelas estradas de piçarra da região. A maior parte do percurso foi feito por estradas desse tipo de piso, com pouquíssimo movimento de veículos.

Passamos pela enorme represa de Pão de Acúcar e atravessamos a represa pela estrada em cima da barragem. Seguimos a estrada contornando a represa com belas paisagens. De um lado, as águas da represa à direita, e a nossa esquerda a Serra do Ororubá. A serra tem muitos pontos em se atinge pouco mais de 1.000 metros de altitude. A cidade de Pesqueira se encontra a 654 m de altitude. 

Durante quase todo o percurso, a temperatura estava bastante agradável, bem abaixo da temperatura normal do sertão pernambucano. Nesta época do ano, faz frio na região.

Em nosso trajeto, iríamos chegar ao povoado de Cimbres que fica a 1.017 m de altitude. Na maior parte do percurso escolhido por Marcos, as subidas eram suaves. Mas a última subida, o ataque derradeiro para chegar a Cimbres era bastante longa e íngreme. Foi a única subida que deu trabalho para Eliane. Em todas as outras ela se saiu muito bem, pedalando com tranquilidade.

Chegamos a Cimbres e reabastecemos de água. Se alguém for fazer esse trajeto, deve levar bastante água pois até chegar em Cimbre não há onde comprar água. Mas sempre se pode pedir nas casas, que são frequentes no caminho.

De Cimbres para Pesqueira, há opção de 18 km de asfalto - com pouco movimento de veículos - ou 23 km de estradas de piçarra. Devido ao sol que estava forte, optamos pelo asfalto. Há longas subidas relativamente suaves, mas o trecho final é todo em descida até Pesqueira. Nesse trecho final, ainda passamos pela represa do Rio Ipanema. Como o trecho é muito alto, há belas vistas de vales e da cidade de Pesqueira.

Enfim, chegamos de volta ao hotel, com 65 km bem pedalados. Todo o passeio foi feito sem pressa, em ritmo de conhecer a região, tirar muitas fotos. O trajeto ficou com quilometragem acima do que pensávamos inicialmente, mas valeu a pena. Saímos do hotel por volta de sete e meia da manhã e chegamos de volta à uma e meia da tarde.

Resumo do passeio:

Roteiro: Pesqueira - Represa Pão de Açúcar - localidade de Tapera - povoado de Cimbres - Represa do Rio Ipanema - Pesqueira.
Distância: 65 km
GPS: a trilha se encontra no Wikiloc e no Mapmytracks.
Velocidade média: 11 km/h
Duração: 6h
Dificuldade: moderada
Altitude máxima: 1.017 m (em Cimbres).

Algumas fotos abaixo e todas as fotos aqui no Flickr.

Perfil de elevação do passeio.

O trajeto visto no Google Earth.

Macelo, Marcos (guia) e Eliane na saída do hotel.

No estradão para a Represa de Pão de Açúcar.

Eliane ao lado da represa de Pão de Açúcar.

O vale do Rio Ipojuca, após o paredão da represa.

Represa de Pão de Açúcar.

Pedalando em cima da represa.

Já estamos do outro lado da represa.

Igrejinha na localidade de Tapera.

Subindo, subindo para Cimbres.

Na frente da igreja de Cimbres.

Ainda subindo em direção a Pesqueira.

De volta à Pesqueira.