domingo, 27 de fevereiro de 2011

Domingo já carnaval em Olinda

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Domingo de carnaval dia todo em Olinda, participando das várias epifanias.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Carnaval carnaval

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Dias brancos. Tenho caminhado (e pedalado) pela cidade para vê-la se transformando para o Carnaval. As lojas e os camelôs exibindo produtos da época, coloridos, "alegres", e ruas sendo fechadas ao tráfego de veículos para montagem de palcos, arquibancadas. As pontes e as praças recebendo decoração de Carnaval. Uma certa obrigação de ser alegre no ar. 
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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Bronze pintado - Painted bronze

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É muito prazeroso terminar um trabalho de arte e gostar do resultado final. Eu gostei. Esse trabalho se chama "Bronze pintado", mede 20 x 20 x 8 cm, e é feito de madeira e plástico pintados.
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Outras imagens desse trabalho aqui.
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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Jacaré

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Muita coisa pra fazer, mas retirei um pequeno momento para relembrar os jacarés do final de semana e partilhar aqui. Maracaípe. No mar, ondas fortes mesmo quando secando. Peguei umas ondas erradas e dava aquele medo, dessa vez me dei mal, e a onda levando você como molambo. Ou então, pegando a onda na hora errada e ela quebrando no meio das costas. Ou entao desistindo por que já viu que vai dar pau. E a sensação de estar vivo, talvez única, que o mar violento e pegar jacaré dá. E chegar na beirinha da praia quando pega uma onda boa! E no domingo, eu dendágua e choveu e eu pegando jacaré, e parei um momento e fiquei com somente um pouco da cabeça e olhos fora dágua e a chuva caindo, e parecia que todos os problemas do mundo não existiam. O mundo dos outros. Que imensa paz, tranquilidade, que senti naquele momento. Chuva pra cacete, a água do mar quentinha, ondas boas, surfistas distantes à minha esquerda pegando suas ondas. Visibilidade pouca. Pronto.
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Moça e coração

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Coração na parede, moça na calçada.
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Coração


Pelas ruas, colide-se com corações.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Maracaípe

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Sábado e domingo dentro dágua do mar de Maracaípe, pegando jacaré nas ondas, disputando um pequeno espaço com os surfistas. No domingo, eu estava na água quando passou na estradinha de areia um grupo de ciclistas, talvez o APS, não deu para ver que grupo era.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Quem é você, sujeito?

Rodrigo Braga no Mamam

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Hoje estive na exposição "Ciclos Alternados" que reúne fotos 
e vídeos produzidos pelo artista Rodrigo Braga. Vale a pena visitar
a exposição no Mamam, rua da Aurora.
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Sacré Coeur em Recife


Menino, isso é o kitsch do kitsch ou sei lá o quê. Faltaram-me palavras quando descobri
a Basilique du Sacré-Coeur transformada em cofrinho de prástico de várias cores.
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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Richard Diebenkorn (1922 - 1993)

 (Seated nude - 1966 - 84 x 60 cm - charcoal on paper)

 (Seated figure with hat - 1967 - 152 x 152 cm - oil on canvas)

(Berkeley n. 52 - 1955 - 149 x 137 cm - oil on canvas)
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O que gosto em Diebenkorn: as cores, o domínio da cor e a aparente facilidade com que ele passa da paisagem para a figura e para a abstração. Dá para notar que eu adoro o expressionismo abstrato, Kline, Pollock, de Kooning, Diebenkorn... Em Diebenkorn, me parece que as figuras e paisagens são já abstratas em sua essência, e em seus trabalhos abstratos, vejo paisagens.
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Works in progress


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Dias comuns de tentar fazer arte. Uma pesquisa constante, os trabalhos vão indo, para a frente (ou para trás) e não sei aonde eles vão chegar.
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Caos visual do Recife

O caos visual é apenas uma pequena parcela do caos permanente que é esta cidade sem administradores.


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Work in progress

(Ainda não sei aonde vai dar, nem sei o nome do trabalho, talvez "female" ou "fashion week")



terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Ernest Hemingway

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Quando a primavera chegava, mesmo que se tratasse de uma falsa primavera, nossos problemas desapareciam, exceto o de saber onde se poderia ser mais feliz. A única coisa capaz de nos estragar um dia eram pessoas, mas se se pudesse evitar encontros, os dias não tinham limites. As pessoas eram sempre limitadoras da felicidade, exceto aquelas poucas que eram tão boas quanto a própria primavera.

Paris é uma festa - Ernest Hemingway 
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Jasper Johns (1930)

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Um dos meus artistas favoritos é Jasper Johns (nascido em 1930). Claro, são muitos meus artistas favoritos, como também são muitos os detestados. E uma das obras de Jasper Johns de que mais gosto é esta que se chama "Painted Bronze (Ballantine Ale)", feita em bronze pintado, em 1960, medindo 14 x 20 x 12 cm.  Primeiramente, é bom perceber que não são duas latas de cerveja colocadas sobre uma base, são dois cilindros de bronze, pintados, representando duas latas de cerveja. Observe-se que as latas não estão coladas à base, estão soltas e poderiam ser pegas. Uma das latas é um cilindro sólido (uma lata de cerveja ainda fechada) e a outra é um cilindro vazio pois representa uma lata aberta. Johns pensava que as pessoas poderiam pegar as latas e sentir a diferença de peso. É claro que o museu hoje não vai deixar ninguém tocar nas peças. Parece que Johns gostava do sabor da cerveja Ballantine Ale, embora não fosse um alcoólico como muitos dos artistas da mesma época, de Kooning e Pollock entre eles. Diz uma das lendas sobre a origem desse trabalho que Willem de Kooning disse que Leo Castelli (dono de galeria e negociante de arte) venderia até duas latas de cerveja se isso fosse arte. Daí que Johns pensou: que maravilhosa idéia para uma escultura. É interessante ainda saber que Johns fez uma série de desenhos e de gravuras usando o mesmo tema das duas latas de Ballantine Ale.
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Acaso contemporâneo

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Arte contemporânea, executada por acaso, encontrada na rua: quatro manequins enfileirados, sentados em um banco quase antigo. A poesia, a arte, às vezes está espalhada por qualquer canto insuspeitado da cidade. O Recife teve forte chuva na noite de ontem e na madrugada. Amanheceu chuvisco e parou. Fez sol forte. Vejo muitas nuvens brancas sobre a cidade. Não é uma impressão: a cidade está a cada dia mais parada, mais caótica, menos transitável, menos humana.
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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Nossa senhora do leite n° 1

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Há algum tempo me interessa toda a iconografia relativa às diversas deusas denominadas "nossas senhoras do leite" mundo afora. Meu interesse deriva, em grande parte, da exposição do seio ou mesmo ambos os seios das nossas senhoras e do evidente erotismo envolvido na representação de uma deusa que alimenta com leite, que dá leite de seu próprio peito aos seus seguidores.
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A partir desse interesse, produzi agora a minha própria e primeira representação dessa deusa do leite, na qual a deusa se banha, submerge, se afoga, se alimenta do excesso de seu líquido doado. O trabalho é composto por um grupo de fotos que registra a ação de molhar e manipular a deusa em seu leite. Como pretendo fazer outros trabalhos dentro do tema, chamei essa sequência de fotos de "Nossa senhora do leite n° 1". Para ver todas as fotos que compõem o trabalho, clique aqui.
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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Itapuama

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Hoje, passeio de bicicleta até Itapuama, indo pela ponte nova e pela ciclovia que a acompanha. Sei não, me pareceu mais divertido antes, quando a gente ia para Itapuama e Xaréu por trilhas ou pela praia na maré seca.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Joan Mitchell (1925 - 1992)

 Joan Mitchell - Piano Mécanique - 1958 - 198 x 325 cm - óleo sobre tela.

Joan Mitchell - Land - 1989 - 280 x 400 cm (dois painéis) - óleo sobre tela.
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Durante algum tempo, eu gostava de Van Gogh, hoje não gosto mais, tou até vendendo todos os que tenho lá em casa. Não aguento mais olhar aqueles girassóis. Durante algum tempo, eu não gostava de arte abstrata. Ou não sabia olhar, apreciar a arte abstrata. Hoje, eu gosto de muita gente que fez arte abstrata, em especial o expressionismo abstrato norte-americano. Mas continuo detestando Kandinsky.
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A primeira vez que ouvi falar de Joan Mitchell foi no livro de Alberto Maguel, "Lendo Imagens". Apesar da pequenez e da baixa qualidade da impressão das fotos no livro, gostei do trabalho dela. A primeira vez que vi um quadro ao vivo de Joan Mitchell foi na Tate Modern. Continuei gostando.
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Para quem vê quadros em livros - como o primeiro de Mitchell que vi - e para quem vê quadros aqui ou na internet, em sites de museus e galerias, a primeiríssima coisa a fazer é observar qual o verdadeiro tamanho da obra. Ao saber o tamanho, tente imaginar a obra perto de uma pessoa para que se possa ter uma noção do tamanho real.
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Mitchell, por exemplo, faz quadros enormes. Esses dois que coloco aqui, veja só: um mede 198 x 325 cm e o outro mede 280 x 400 cm. Ou seja, note bem, ambos são maiores que a altura de uma pessoa comum. São obras imensas que necessitamser vistas ao vivo, com a gente se aproximando e se afastando para poder tentar absorver sua grandiloquência.
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Por fim, observe que no abstracionismo de Mitchel, nas marcas nervosas de pincel que ela arrasta na tela, a gente pode ler muitas histórias. Eu vejo nos quadros de Joan Mitchell que as cores e as manchas e as marcas de pincel e os escorrimentos de tinta, tudo isso tem coerência e harmonia.
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Essas duas pinturas de Joan Mitchell fazem parte do acervo da National Gallery of Art de Washington.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Gabrielle d'Estrée e uma de suas irmãs

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Esta é uma das obras de arte que mais gosto. Penso que este quadro combina erotismo e mistério. Sempre me faço as mesmas perguntas quando o vejo: por quê as duas estão tomando banho juntas? por quê uma delas pega o bico do peito da outra? O quadro se chama "Gabrielle d'Estrée e uma de suas irmãs", de autor anônimo, mas se sabe que foi da Escola de Fontainebleau. Gabrielle foi amante do rei Henri IV. O quadro está no Louvre. Gabrielle está a direita no quadro, ela e sua irmã estão no banho. As cortinas vermelhas se abrem - como em um teatro - para que possamos admirar as duas. A irmã toca o bico do peito de Gabrielle e a própria Gabrielle segura um anel em sua mão esquerda. O próprio museu considera este um dos quadros mais insólitos da pintura ocidental. Diz-se que a simbologia contida nesta obra é complexa e cheia de enigmas, mas o museu acredita que a pintura pode anunciar que Gabrielle estaria grávida de um filho bastardo do rei. Eu gosto muito do quadro, mesmo por seu artificialismo, por seus enigmas, pelo erotismo contido no gesto de pegar o bico do peito da irmã entre o indicador e o polegar, pela cor da pele das duas e por seus peitos pequenos e redondos.
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Humanum est

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A sexualidade é representada em imagens desde que nossos ancestrais primatas começaram a rabiscar nas paredes das cavernas. Encontramos representações do sexo em todas as civilizações, desde as mais remotas. Habitantes das cavernas, egípcios, gregos e romanos, entre muitos outros, produziram imagens sexuais. Mas não é muito comum encontrar essas imagens. Em geral, os museus escondem esse acervo e apenas o exibem raramente. A imagem acima está presente em um vaso grego de 480 aC - provavelmente utilizado como copo, porém bem maior que nossas xícaras atuais. Há duas inscrições na imagem, em grego obviamente. Um delas diz: "a garota é bonita", e a outra diz "ainda abraçados". A peça, em cerâmica, mede cerca de 8cm de altura com diâmetro de 22cm. Essa belíssima peça pertence ao Museum of Fine Arts, de Boston.
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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Stieglitz and me

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Eu já fotografei esse poste e esse céu várias vezes. Mas hoje o céu estava tão bonito, tão brilhante e nuvens e tudo que não resisti e fotografei de novo. Ora, isso é pouco, pois Alfred Stieglitz - um famoso fotógrafo que admiro - fotografou nuvens de 1922 até 1935, e são belíssimas fotos. Stieglitz denominou essa série de "Equivalents". Esse céu poente e esse poste é a visão que tenho a partir do terraço do atelier. Hoje no final da tarde.
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Da janela do prédio onde trabalho, vejo a cidade do Recife, hoje no início da tarde com muitas nuvens muitas e fiapos de céu azul.
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Uma amiga arquiteta me enviou a notícia de concurso para professor na Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Mais uma vez, fiquei espantado com os baixos salários oferecidos. Um professor adjunto com dedicação exclusiva receberá R$ 7.333,67. Pode parecer até um bom valor, mas vale considerar que este é o valor bruto, sem a infalível e sangrenta mordida do imposto de renda e a dedução da previdência. Eu calculo que a dedução de imposto e previdência chegue aos R$ 2.822,00, o que resulta em um salário líquido de R$ 4.511,00. Além disso, veja-se que o professor adjunto é aquele que tem doutorado. Ora, é uma pessoa que estudou cinco anos de graduação, dois anos de mestrado e quatro anos de doutorado, ou seja, uma pessoa que vem estudando em nível superior há no mínimo onze anos. Então, todo esse imenso cabedal de estudos vale apenas R$ 4.511,00 por mês? É um valor irrisório, ainda mais frente à responsabilidade da função. Essa é uma das causas, na minha opinião, de a educação superior ser uma farsa: os professores fingem que ensinam, os alunos fingem que são alunos. Ah, outros valores irrisórios contidos no edital do concurso:
Professor adjunto 20h - salário de R$ 2.518,30;
Professor assistente dedicação exclusiva - salário de R$ 4.651,59;
Professor assistente 20h - salário de R$ 1.993,04;
Professor auxiliar 20h - salário de R$ 1.536,46.
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domingo, 6 de fevereiro de 2011

A menina da bolha

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Há muito tempo atrás - quando ainda existiam dinossauros - existiu um filme chamado "O menino da bolha" com um adolescente John Travolta - é, ele já foi adolescente - em que ele fazia o papel de um menino que tinha uma ausência de imunidade e vivia em uma bolha esterilizada. Hoje, domingo, na praia de Boa Viagem, encontramos essa menina da bolha. Coitadinha, provavelmente ela sofre de algum desses males contemporâneos, alergias, baixa imunidade, estresse.
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Fizemos uma bela caminhada na praia, sentamos à sombra de um guarda-sol e bebemos água de coco. Sol, mar e céu azul. Perfeito.
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sábado, 5 de fevereiro de 2011

Cad

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Dia foi levar uma das bicicletas para consertar, colocar descanso em outra, fazer projeto de armários no Cad. Nos intervalos, "The lovely bones", Alice Sebold.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Atelier - artworks in progress

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Esse é o terraço do atelier onde eu prefiro trabalhar. Gosto de desenhar-pintar na horizontal, nas mesas. E quando quero ver a tinta escorrer, coloco o trabalho na vertical. Gosto quando o trabalho não se sabe para onde vai, quando ele vai mudando com as experimentações, até o resultado final que pode ser bom ou apenas um fracasso.
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O trabalho a seguir já mudou, está em outra fase, após essa foto. E a foto de outro trabalho lá embaixo mostra uma experimentação que estou fazendo e não sei, em absoluto, o que vai resultar.
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(não sei o que vai resultar, hoje parece alguma coisa de animais marinhos, amanhã...)
(técnica mista - mixed media - pastel óleo e tinta acrílica sobre papelão)
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(uma experimentação qualquer, não sei se vai servir para algo, hoje parece uma traquéia)
(técnica mista - mixed media - tinta acrílica e gesso sobre compensado)
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More one blackout

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After midnight, in the Northeast Region of Brazil, it happened more one blackout. The guilty is national government, of course. Recife at dark, completely. The access to neighbor building seems an airport lane, and it's iluminated by diesel generators. A record, only.
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Work in progress - mais um


Todo dia eu desenho. Mas nem todo dia um desenho fica pronto. No meu caderno de anotações (de rabiscos) vários desenhos evoluem ao mesmo tempo. Às vezes, um desenho fica muito tempo parado, mas depois ele entra novamente em trabalho e é terminado. Nos meus cadernos de anotações, há vários desenhos já terminados. Mas tem que tirar do caderno, escanear, guardar direitinho em uma pastinha, e vai ficando. Um caderno para rabiscar em qualquer lugar é uma dádiva. Escritores e artistas da imagem geralmente levam seus caderninhos para todo lado. No livro "Paris é uma festa", de Hemingway, ele descreve uma cena interessante dele mesmo em um café de Paris, no inverno, escrevendo em seu caderninho sobre o inverno em Minnesota. E pronto. E hoje no atelier foi dia de preparar umas bases e de arrumar uns trabalhos de 2009.
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Every day I draw. But not every day a drawing is ready. In my sketchbook, many drawings evolve simultaneously. Sometimes a drawing stays a long time with no evolution. In my sketchbooks, there are several drawings ready. A sketchbook to scribble anywhere is a gift. Writers and artists often take their notebooks to everywhere. In the book "A moveable feast ", by Ernest Hemingway, there is an interesting scene he describes himself in a cafe in Paris, in winter, writing in his notebook about winter in Minnesota. And ready. And today in studio, it was day to prepare some bases and to store some artworks of 2009.
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Out of focus


It's simple: I liked very much this picture, all blurry, out of focus, with red stripe caused by a back lantern of some vehicle.

É simples: eu gostei muito dessa foto, assim mesmo toda tremida, toda fora de foco, com a lista vermelha causada pela lanterna de algum veículo.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Work in progress


Alguns trabalhos recentes e que talvez ainda se modifiquem. O da direita me parece terminado, o de fundo preto está em andamento, o da esquerda tenho dúvidas se está pronto. Hoje, um dia comum de trabalho, tanto no trabalho que dá o pão quanto no atelier.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Trabalho recente / Recent artwork


Este é um trabalho dos mais recentes. É um trabalho em técnica mista; utilizei pastel óleo e tinta acrílica sobre papelão (o papelão faz parte de um lote que encontrei jogado no lixo, na rua do atelier). Não medi ainda o tamanho, mas é algo em torno de 80 x 60 cm.

Hoje, além de trabalhar no atelier - no final da tarde - voltei de Garanhuns, de motocicleta. Uma boa viagem, com belas paisagens, algum chuvisco. Parei algumas vezes para fazer fotos e para esticar as pernas.
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This is an artwork of the most recents. It is a artwork in mixed media, I used oil pastel and acrylic ink on cardboard (the cardboard is part of a plot that I found thrown in the trash in the street of the studio). I did not measure the size still, but it is something around 80 x 60 cm.

Today, besides working in the studio - in the late afternoon - i gone back Garanhuns, by motorcycle. A good trip with beautiful scenery, some drizzle. I stopped a few times to take pictures and to stretch my legs.